Sem as mãos, pode-se abraçar o vento, ou apenas senti-lo passar. Quando se tem confiança no que se pode esperar, resta apenas abrir os braços, sentir o vôo. Pés nos pedais, as rodas que giram em silêncio. Flutuamos, sustentados apenas por borracha e ar.
Sempre à frente. Uma pedalada a menos e velocidade baixa demais, um corpo que cai.
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