Voltam da enebriante prisão da mente, demente.
Há um quê de enebriante em nunca estar ébrio, passar dias e noites sóbrio a espera do grande amor.
Pelas ruas da cidade não ouço cantar o galo e quase nunca esbarro em flores. Ainda assim:
(...)
É de manhã
Flor da madrugada, é de manhã
Vou ver minha flor
Vou pela estrada
E cada estrela é uma flor
Mas a flor amada
É mais que a madrugada
E foi por ela que o galo cocorocô
Que o galo cocorocô
De Manhã - Maria Bethânia (composta por Caetano Veloso)
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