O silêncio, o asfalto. Árvores que buscam respirar enquanto abaixo, corre um Rio, ao lado mora gente. Desimportantes diante da imponência da engenharia. Rápidos seguiam os motorizados até que o túnel foi fechado. Pairou o silêncio, janelas se abriram, o sono tornou-se tranquilo.
São 190 mil motores em ação que fazem pulsar o concreto. Foram expulsos uns dias, chegou celere a paz, que não tardou e foi-se embora.
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